Manoel Castro tem uma rica história de vida e neste LUNCH-IN nos brindou com detalhes gradiosos.
Filho de pai português que veio para o Brasil com menos de 15 anos, visto em Portugal estar passando fome. Seus tios migraram para Itagi, cidade do interior da Bahia.
Passado um longo tempo, Manoel foi à Portugal para conhecer a casa em que seu pai morava, hoje ponto de encontro da família portuguesa e brasileira.
"Meu pai tinha muito bom gosto, escolheu minha mãe como esposa". Essa é uma das tradições dos portugueses, ter bom gosto por mulheres. Aprendi com meu pai e escolhi Neuza que foi logo aprovada pela minha mãe.
Seus pais tiveram em casa),4 filhos, sendo 3 mulheres e 1 homem: Manoel, o segundo filho deste feliz casal.
Para sustentar a família tinha uma loja junto com uma sócia e uma barraca na feira do curtume.
Manoel nasceu e morou em uma casa de aluguel que era bem confortável, com um pátio grande, um quintal, um depósito de carvão e um galinheiro.
Sobre a riqueza da sua vida política, Manoel citou grandes feitos, histórias de bastidores, como quando foi escolhido para ser prefeito da nossa cidade.
Alertado pela cunhada, Dona Neuza ultimou: Manoel, mostre o que você faz, senão as pessoas não vão acreditar. A apartir daí convidou formadores de opinião para junto com ele verificar os feitos na periferia, onde atuou mais fortemente.
Perguntado sobre o projeto que mais gostou de desenvolver, não hesitou: O da BAHIATURSA! e descreveu seu conceito de turismo para além das baianas, das fitinhas... turismo é uma atividade econômica e nosso Estado é extremamente rico.
Hoje, somados todos estes anos de contribuição à Bahia, Manoel Castro se orgulha do trabalho desenvolvido pelo Tribunal, tornando-o uma referência nacional e internacional, mas alerta: " nada disso fiz sozinho, caminho com as pessoas".
Demonstrou vasta produção bibliográfica desenvovida por centros de estudo que compõe e pelo Tribunal, respondeu à todos os presentes com maestria e um sorriso sempre presente nos lábios.
Um show de simpatia, Manoel Castro se aposentará das suas atividades no Tribunal, mas pelo que descreveu, trabalhará muito mais!
Mas afinal de contas, quem gosta do que faz, não trabalha nunca, está em constante lazer, não é mesmo Manoel?